sábado, 10 de dezembro de 2011

C. E. JOSE MARTI É GIDE



SER AGENTE- PARTÍCIPE DA GIDE É UMA  TAREFA QUE DEMANDA UMA IMERSÃO, QUE NECESSITA DE UMA ATIVIDADE DE CORPOREIDADE ENCARNADA TRAMADA POR TODOS OS SENTIDOS, UMA AD-MIRAÇÃO
LJD

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

PALAVRA, PARA QUE TE QUERO?!

FAÇAMOS DE NOSSAS PALAVRAS ABRAÇOS, ACOLHIMENTO, COMUNHÃO
LJD

Que fizeste das palavras?
Que contas darás tu dessas vogais
de um azul tão apaziguado?

E das consoantes, que lhes dirás,
ardendo entre o fulgor
das laranjas e o sol dos cavalos?
Que lhes dirás, quando
te perguntarem pelas minúsculas
sementes que te confiaram?
MATÉRIA SOLAR, JOSE SARAMAGO

A AVALIAÇÃO JÁ NASCE COM A GENTE!!!

PAP4/2011: PROJETO 174
COMO DIZ BAUMAN(2003), O CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO DE UMA SOCIEDADE JUSTA NÃO É PELA MÉDIA DO PIB, MAS PELO GRAU DE JUSTIÇA SOCIAL QUE OS HABITANTES MAIS FRACOS USUFRUEM (COMO MARX POSTULOU)
A epígrafe acima é síntese das mais relevantes e operantes  nas “ lições”   do C.E. Jose Marti: avaliação é compromisso moral, ético, responsabilidade social compartilhada; logo, no C. E. Jose Marti,  a avaliação é instrumento nuclear para a justiça social

Assim sendo, dia 14/12 – 4ª FEIRA- com início às 18h. 30m , pontualmente,  faremos a culminância  de nosso PAP4/2011, intitulado PROJETO 174 –tendo como referencial a  PORTARIA SEEDUC/SUGEN Nº 174 DE 26 DE AGOSTO DE 2011 ESTABELECE NORMAS DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ESCOLAR”

Isso implica dizer que trataremos da “avaliação em todos os sentidos”, desde sua natureza mais intrínseca à vida, simplesmente,  àquelas mais  “normatizadas, pré-estabelecidas, institucionais, acadêmicas, “complexas, des-complexas”, holísticas , cartesianas,  im-possíveis”

Em suma, queremos realizar um grande fórum sobre avaliação que , sob todos os tons e entretons, está na vida de todos nós
DA AVALIAÇÃO, NOS DES-ENREDOS DO FLUXO ESCOLAR -  UM INTERTÍTULO DO PPP DA U.E. - EDUCAÇÃO PELA AD-MIRAÇÃO; UMA ESCOLA EM TODOS OS SENTIDOS - : NOS DES-EMBARAÇOS DOS DES-A-FIOS  DA AVALIAÇÃO
                                                                                           
 RIO DE JANEIRO, 7 DE DEZEMBRO DE 2011
     A DIREÇÃO DO C E JOSE MARTI

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

C. E. JOSE MARTI: TODAS AS NOITES SÃO DE NATAL!!!

                                          GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
SECRETARIA DO ESTADO DE EDUCAÇÃO
DIRETORIA REGIONAL METROPOLITANA III –CR - 26
COLÉGIO ESTADUAL JOSE  MARTI – U.E.  3306994  U.A.181731
                                     BLOG : http://cejosemarti.blogspot.com
                            INFORMES IMPORTANTÍSSIMOS!!!
        Prezados professores:
Ø “Alertamos a todos que o sistema encontra-se aberto para "registrar frequência" desde o dia 01 de dezembro – quinta -feira última.
Estamos  realizando acompanhamento diário para verificação dos dados lançados.
Contamos com a sua colaboração.”
Att,Diretoria  Pedagógica Regional Metropolitana III
                                CÓPIA DO E-MAIL ENVIADO PELA Diretoria  Pedagógica Regional Metropolitana III, EM 05/12/2011
Ø   DATAS DOS ÚLTIMOS DIAS DO ANO LETIVO 2011
12/12 – 2ª FEIRA- REUNIÃO: “AVALIAMOS TODOS!”- INÍCIO : 18H.30M, PONTUALMENTE
13/12 – 3ª FEIRA- REUNIÃO: “TUDO QUE SEU MESTRE MANDAR... (NÃO) FAREMOS TODOS”- INÍCIO :18H.30M, PONTUALMENTE
 14/12 – 4ª FEIRA- PAP4/2011-PROJETO 174 –INÍCIO: 18H.30M, PONTUALMENTE
15/12-  5ª FEIRA- REUNIÃO: “ESCOLA: EU E VOCÊ, VOCÊ E EU...SOMOS UMA USINA DE LUZ” -INÍCIO :18H.30M, PONTUALMENTE
16/12 – 6ª FEIRA- FESTA DE NATAL: NOITES FELIZES,  LUZES QUE DO AFETO     EMANAM -INÍCIO 18H.30M, PONTUALMENTE
 17/12 E 18/12- SÁBADO E DOMINGO, RESPECTIVAMENTE-  INÍCIO 18H.30M, PONTUALMENTE
      19/12-  2ª FEIRA- REUNIÃO GERAL- COC4/2011 ( SEEDUC)-  INÍCIO :18H.30M,     PONTUALMENTE
20/12- 3ª FEIRA-FESTA DE NATAL- TODOS OS PROFISSIONAIS DO C E JOSE MARTI: A DIVINA ESCOLA CON-SAGRADA PARA-POR- TODOS NÓS- INÍCIO :18H.30M, PONTUALMENTE
Divulgação dos resultados finais, através de listas nominais, por série e  turma – dias 21/12 e 22/12/2011- o aluno deve consultar a sua respectiva lista, certificando-se de sua “situação final” : aprovado ou reprovado,  resultados finais, através de listas nominais, por série e  turma – dias 21/12 e 22/12/2011- o aluno deve consultar a sua respectiva lista, certificando-se de sua “situação final” : aprovado ou reprovado
RIO DE JANEIRO, 5 DE DEZEMBRO DE 2011
A DIREÇÃO DO C. E. JOSE MARTI, ILUMINANDO AS NOITES DE NOSSA CIDADE; TODAS AS NOITES;  AMOR , CARINHO E RESPEITO BEM-AVENTURADOS SEJAM!!!

domingo, 4 de dezembro de 2011

TERMO DE CESSÃO DE USO Nº 251/2011 , FAÇA VOCÊ MESMO: TERRITÓRIO LIBERDADE

EDUCAÇÃO, NO C. E. JOSE MARTI:  DIREITOS HUMANOS COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO

Sonho Impossível
J. Darion – M. Leigh – Versão Chico Buarque e Ruy Guerra/1972
Sonhar
Mas um sonho impossível
Lutar
Quando é fácil ceder
Vencer o inimigo invencível
Negar quando a regra é vender
Sofrer a tortura implacável
Romper a incabível prisão
Voar num limite improvável
Tocar o inacessível chão
É minha lei, é minha questão
Virar esse mundo
Cravar esse chão
Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã, se esse chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu delirar
E morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão


AGORA, FINAL E INICIALMENTE, C. E. JOSE MARTI: “TERRITÓRIO LIBERDADE”, por que sentimos  um extraordinário enlevo, que  se assoma à nossa rotina de valorização  do espaço público institucional, através da   participação pública, de forma propositiva e responsiva pelo “sujeito inclusivo”; isto é, “sujeito público, acolhedor, hospitaleiro, ser de relações”; todo homem tem responsabilidades sociais para consigo e os outros

A pessoa é uma totalidade aberta a outras totalidades ou, em outras palavras, é um ser relacional. Esta necessidade de relação deriva de duas características humanas: a imperfeição e o amor
SILVA, J. M. da.

Em outras palavras, por não ser “perfeito”, não possuir liberdade absoluta,  não bastar a si mesmo, o homem para sobreviver precisa do outro para juntos viverem bem, com- e pelo - “amor”.
Isto posto, importa dizer que nos  referimos, aqui, especialmente, ao TERMO DE CESSÂO DE USO Nº 251/2011, de 1º  de abril de 2011 que muito bem pode se resumir na seguinte  máxima: “A educação somente se efetiva , e se faz eficaz, quando forma  o ser humano como ser de relações, dotado pela  beleza da  dignidade humana, amando e sendo amado
Nesse diapasão, estamos todos nós, professores-educadores, comemorando mais uma política afirmativa do direito inalienável  de todas as pessoas- crianças, jovens e adultas- à educação,  implementando  medidas que visam assegurar um maior equilíbrio social, re-conciliando educação e sustentabilidade por um mundo melhor, sem fronteiras,  inclusivo, SENSIBILIZAÇÃO HUMANITÁRIA E AMBIENTAL

Nessa linha, o  TERMO DE CESSÂO DE USO Nº 251/2011- compartilhamento de uso de prédio escolar , pela SME e SEEDUC – é acesso e efusão  da democracia; são sujeitos com mobilidade para um mundo em mudanças; é  movimento pela  “comum-unidade”, rompendo  fronteiras, irrompendo a democracia que se estende a todo mundo, “ Território Liberdade”  

Ora, por muito ainda a  dizer sobre essa  arraigada aspiração à liberdade , que já nasce com o homem, ele-mesmo seu  paladino e seu algoz. Assim sendo, vamos pensar a liberdade sob o viés da arte visual- conceitual- chamada de “instalação”.   
Faça você mesmo: Território liberdade (1968) é uma dessas obras de arte, onde está presente   o intuito do diálogo e da interação dinâmica com o público, contextos e circunstâncias , seu “criador-operador” é  Antônio Dias, expondo, “instalando”, essa  Arte, eminentemente,  interativa, dialógica e , explorando, re-descobrindo,  os caminhos do corpo, por que o  público é persuadido a “entrar” na obra, completando-a, participando dela, re-compondo-a, é o permanente “vir-a-ser”; o corpo se movimenta,  entre a realidade e a ficção, transitando “de uma coisa para outra”, circula no interstício, no “entre-lugar”, intersecção entre o real e a ficção, interagindo “num território liberdade”, se não, que se deseja livre. Em suma, é  a mobilidade de lugares, a fluidez; esse homem é o Homo Sapiens Homo Demens

Eis aqui a obra conceitual – instalação – do artista Antônio Dias, Território Liberdade
Faça você mesmo: Território liberdade é um mapa virtual,  um espaço a ser explorado e nomeado , completando-se a bandeira, preenchendo a parte que falta com o  explorado,  conhecido, descoberto por quem se atreveu à fazer a travessia ( “a terceira margem”, o entre-lugar”)
 TERMO DE CESSÃO DE USO Nº 251/2011  E  FAÇA VOCÊ MESMO: TERRITÓRIO LIBERDADE

 FAÇA VOCÊ MESMO: TERRITÓRIO LIBERDADE, OBRA DE
ANTÔNIO DI


                                                                     "A BANDEIRA INCOMPLETA", QUE DEVE SER COM
                                                                       PLETADA PELO "VIAJANTE", AQUELE QUE TRANSI
                                                                        TOU PELO TERRITÓRIO LIVRE, RE- DESCOBRINDO
                                                                        UM "ENTRE-LUGAR", NOVO LUGAR, SE NÃO, "UM
                                                                         VELHO LUGAR QUE SE FEZ NOVO" POR VONTADE
                                                                         E OBRA  DO "VIAJANTE"

Iansã, divindade africana, é a natureza manifesta e latente!!!

4 de Dezembro: IANSÃ, EPARREI, EPARREI, EPARREI, IANSÃ!!!
Iansã é o vento, a brisa que alivia o calor. Iansã é também o calor, a quentura, o abafamento. É o tremular dos panos, das árvores, dos cabelos. É a lava vulcânica destruidora. Ela é o fogo, o incêndio, a devastação pelas chamas.
Iansã é a natureza manifesta e latente!!!

“Salve salve deusa musa
Teu vermelho de sangue quente
Tua força de cerrar os dentes
Os pulsos abertos
Derramando trovoadas
A magnética luz
Das entranhas do céu
Rebolas impassível
Sob o filete rubro
Dos amores rasgados”.
Vitor Carmezim
A bem da história, circulamos todos DOS CHAMADOS MITOS ORIGINAIS (OU PRIMORDIAIS) nos quais se encaixavam a orixá iorubana Oyá: o mito perene construído fora dos holofotes das “divindades” do chamado “Quarto Poder AOS MITOS MIDIÁTICOS
Oyá-Iansã !!!
O mito é o  lado mágico e transcendental da existência humana
Oyá-Iansã
O vento da transformação
“O raio de Inhansã sou eu
Cegando o aço das armas de quem guerreia
E o vento de Inhansã também sou eu
Que Santa Bárbara é Santa que me clareia
A dona do raio e do vento, Paulo César Pinheiro
OIÁ, IANSÃ... CONTA A LENDA...
UMA LENDA DE IANSÃ
Ogum foi um dia caçar na floresta.  Ele ficou na espreita e viu um búfalo vindo em sua direção.  Ogum avaliou logo à distância que os separava e preparou-se para matar o animal com a sua espada.  Mas viu o búfalo parar e, de repente, baixar a cabeça e
despir-se de sua pele.  Desta pele saiu uma linda mulher.
 
 Era Iansã, vestida com elegância, coberta com panos, um turbante luxuoso amarrado à cabeça e ornada de colares e braceletes.  Iansã enrolou sua pele e seus chifres, fez uma trouxa e escondeu num formigueiro.  Partiu, em seguida, num passo leve, em direção ao mercado da cidade, sem desconfiar que Ogum tinha visto tudo.
Assim que Iansã partiu, Ogum apoderou-se da trouxa, foi papa casa, guardou-a no celeiro de milho e seguiu, também, para o mercado.  Lá, ele encontrou a bela mulher e cortejou-a.  Iansã era bela, muito bela, era a mais bela mulher do mundo.  Sua beleza  era tal que se um homem a visse, logo a desejaria.

Ogum foi subjugado e pediu-a em casamento.  Iansã apenas sorriu e recusou sem apelo.  Ogum insistiu e disse-lhe que a esperaria.  Ele não duvidava de que ela aceitasse sua proposta.  Iansã voltou à floresta e não encontrou seu chifre nem sua pele.
 “Ah! Que contrariedade! Que teria se passado? Que fazer?”
Iansã voltou ao mercado, já vazio, e viu Ogum que a esperava.  Ela perguntou-lhe o que ele havia feito daquilo que ela  deixara no formigueiro.  Ogum fingiu inocência e declarou que nada tinha a ver, nem com o formigueiro nem com o que estava nele.  Iansã não se deixou enganar e disse-lhe: “Eu sei que escondeu minha pele e meu chifre.

Eu sei que você se negará a me revelar o esconderijo.  Ogum, vou me casar com você e viver em sua casa.  Mas, existem  certas regras de conduta para comigo.  Estas regras devem ser respeitadas, também, pelas pessoas da sua casa.  Ninguém poderá me dizer: Você é um animal!  Ninguém poderá utilizar cascas de dendê para fazer fogo. Ninguém poderá rolar um pilão pelo chão
da casa”. Ogum respondeu que havia compreendido e levou Iansã.  Chegando em casa, Ogum reuniu suas outras mulheres e explicou-lhes como deveriam comportar-se.  Ficara claro para todos que ninguém deveria discutir com Iansã, nem insultá-la.

A vida organizou-se.  Ogum saía para caçar ou cultivar o campo.  Iansã, em vão, procurava sua pele e seus chifres.  Ela deu à luz uma criança, depois uma segunda e uma terceira… Ela deu à luz a nove crianças.  Mas as mulheres viviam enciumadas da beleza de Iansã.
 Cada vez mais enciumadas e hostis, elas decidiram desvendar o mistério da origem de Iansã.  Uma delas conseguiu embriagar Ogum com vinho de palma.  Ogum não pôde mais controlar suas palavras e revelou o segredo.  Contou que Iansã era, na realidade, um animal; Que sua pele e seus chifres estavam escondidos no celeiro de milho.
 
 Ogum recomendou-lhes ainda: “Sobretudo não procurem vê-los, pois isto a amedrontará.  Não lhes digam jamais que é um animal!” Depois disso, logo que Ogum saía para o campo, as mulheres insultavam Iansã: “Você é um animal! Você é um animal!!”
 Elas cantavam enquanto faziam os trabalhos da casa: “Coma e beba, pode exibir-se, mas sua pele está no celeiro de milho!” Um dia, todas as mulheres saíram para o mercado.  Iansã aproveitou-se e correu para o celeiro.  Abriu a porta e, bem no fundo, sob grandes espigas de milho, encontrou sua pele e seus chifres.

 Ela os vestiu novamente e se sacudiu com energia.  Cada parte do seu corpo retomou exatamente seu lugar dentro da pele.  Logo que as mulheres chegaram do mercado, ela saiu bufando.  Foi um tremendo massacre, pelo qual passaram todas.  Com grandes chifradas Iansã rasgou-lhes a barriga, pisou sobre os corpos e rodou-os no ar.

 Iansã poupou seus filhos que a seguiam chorando e dizendo: “Nossa mãe, nossa mãe! É você mesma? Nossa mãe, nossa  mãe! Que você vai fazer? Nossa mãe, nossa mãe! Que será de nós?” O búfalo os consolou, roçando seu corpo carinhosamente no deles  e dizendo-lhes: “Eu vou voltar para a floresta; lá não é bom lugar para vocês.

 Mas, vou lhes deixar uma lembrança.” Retirou seus chifres, entregou-lhes e continuou: “Quando qualquer perigo lhes ameaçar,
quando vocês precisarem dos meus conselhos, esfreguem estes chifres um no outro.  Em qualquer lugar que vocês estiverem, em  qualquer lugar que eu estiver, escutarei suas queixas e virei socorrê-los.”  Eis por que dois chifres de búfalo estão sempre no altar de Iansã.
 
LENDAS AFRICANAS DOS ORIXÁS - DE PIERRE FATUMBI VERGER - TRADUÇÃO: MARIA APARECIDA NÓBREGA


quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

GRAÇAS POR QUE O UNIVERSO CONSPIRA...


Ò, DEUS...!!!
 OH, MÊS BENDITO, BENDITO SEJA
ENTRE NÓS!
 EM NOME DO PAI,
DO FILHO, DO ESPÍRITO SANTO,
AMÉM...
DEZEMBRO ASSIM SEJA,
E TODOS OS MESES DEPOIS,
SEJAM, TAMBÉM, BENDITOS
ENTRE NÓS!
EM NOME DO PAI,
DO FILHO, DO ESPÍRITO SANTO,
AMÉM..
LJD.