segunda-feira, 17 de março de 2014

PAP1/ 2014- 19 DE MARÇO DE 2014- ESPALHA FATO


PAP1/ 2014- culminância em 19  de março de 2014; nosso primeiro Projeto de Ações sócio(psico)Pedagógicas do ano letivo de 2014, referente, pois, ao 1º bimestre de 2014:ESPALHA FATO

Responder à pergunta “quem somos?” implica uma interpretação narrativa de nós mesmos, implica uma construção de nós mesmos na unidade de uma trama, e isso é análogo, então, à construção  de um caráter, numa novela. Por outro lado, só compreendemos quem é  outra pessoa ao compreender as narrativas que ela mesma ou outros nos  fazem. É como se a identidade de uma pessoa, a forma de uma vida  humana concreta, o sentido de quem ela é e do que lhe passa, só se  fizesse tangível na sua história.
 Jorge Larroza
Quem conduz e arrasta o mundo não são as máquinas, mas as idéias.
Victor Hugo
 
LJD

sábado, 15 de março de 2014

2º sábado letivo – 15 de março de 2014, no C E jose Marti


GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO-  SECRETARIA DE  ESTADO DE EDUCAÇÃO

DIRETORIA REGIONAL METROPOLITANA III- C. E. JOSE MARTI

2º sábado letivo – 15 de março de 2014

O elefante (Eduardo Galeano)

Quando eu era criança, minha avó me contou a fábula dos cegos e o elefante.

Três cegos estavam diante do elefante. Um deles apalpou a cauda do animal e disse:

- É uma corda.

Outro acariciou uma pata do elefante e falou:

- É uma coluna.

O terceiro cego apoiou a mão no corpo do elefante e adivinhou:

- É uma parede.

Assim estamos: cegos de nós, cegos do mundo. Desde que nascemos, somos treinados para não ver mais do que pedacinhos. A cultura dominante, cultura do desvínculo, quebra a história passada como quebra a realidade presente; e proíbe que o quebra-cabeça seja armado.

 
Enfim, como escreve Jose Saramago, em “Ensaio sobre a cegueira”: “Por que foi que cegamos, Não sei, talvez um dia se chegue a conhecer a razão, Queres que te diga o que penso, Diz, Penso que não cegamos, penso que estamos cegos. Cegos que veem, Cegos que, vendo, não veem” (p. 310) E quando verem terão atingido a lucidez. Então, a cegueira mostrará a sua verdadeira face.”

 
    C E JOSE MARTI: A superação do ensino fragmentado, territorializado, re-unindo todas as áreas de conhecimento. Assim, a propósito,  reconhecendo que o ensino de história, geografia, sociologia e filosofia estão intimamente ligados ao ensino de cunho inter-trans- in- disciplinar

        C E JOSE MARTI: UM PROJETO COLETIVO

         C E JOSE MARTI: É “FOME GERANTE”

LJD 
 
Atenciosa e cordialmente
A Equipe Diretiva do C. E. Jose Marti
Lucia de J. Duarte
Diretora geral do Colégio Estadual Jose Marti


 
 
 
 

2º Sábado Letivo – 15 de março de 2014, no C E Jose Marti


                                                               GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO -  SECRETARIA DO ESTADO DE EDUCAÇÃO
      DIRETORIA REGIONAL METROPOLITANA II I- C. E. JOSE MARTI
2º Sábado Letivo – 15 de março de 2014

Assim estamos: cegos de nós, cegos do mundo. Desde que nascemos, somos treinados para
não ver mais que pedacinhos. A cultura dominante, cultura do desvínculo, quebra a história
passada como quebra a realidade presente; e proíbe que o quebra-cabeças seja armado.
(“O elefante”, Eduardo GALEANO, 1990)
O meu país (Zé Ramalho)

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo
Um país que crianças elimina
Que não ouve o clamor dos esquecidos
Onde nunca os humildes são ouvidos
E uma elite sem deus é quem domina
Que permite um estupro em cada esquina
E a certeza da dúvida infeliz
Onde quem tem razão baixa a cerviz
E massacram - se o negro e a mulher
Pode ser o país de quem quiser
Mas não é, com certeza, o meu país
Um país onde as leis são descartáveis
Por ausência de códigos corretos
Com quarenta milhões de analfabetos
E maior multidão de miseráveis
Um país onde os homens confiáveis
Não têm voz, não têm vez, nem diretriz
Mas corruptos têm voz e vez e bis
E o respaldo de estímulo incomum
Pode ser o país de qualquer um
Mas não é, com certeza, o meu país
Um país que perdeu a identidade
Sepultou o idioma português
Aprendeu a falar pornofonês
Aderindo à global vulgaridade
Um país que não tem capacidade
De saber o que pensa e o que diz
Que não pode esconder a cicatriz
De um povo de bem que vive mal
Pode ser o país do carnaval
Mas não é, com certeza, o meu país
Um país que seus índios discrimina
E as ciências e as artes não respeita
Um país que ainda morre de maleita
Por atraso geral da medicina
Um país onde escola não ensina
E hospital não dispõe de raio-X
Onde a gente dos morros é feliz
Se tem água de chuva e luz do sol
                                                               Pode ser o país do futebol
                                                               Mas não é, com certeza, o meu país

                                                               
Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo
Um país que é doente e não se cura
Quer ficar sempre no terceiro mundo
Que do poço fatal chegou ao fundo
Sem saber emergir da noite escura
Um país que engoliu a compostura
Atendendo a políticos sutis
Que dividem o Brasil em mil brasis
Pra melhor assaltar de ponta a ponta
Pode ser o país do faz-de-conta
Mas não, é com certeza, o meu país
Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo

 

Atenciosa e cordialmente
A Equipe Diretiva do C. E. Jose Marti

Lucia de J. Duarte

Diretora geral do Colégio Estadual Jose Marti







 

2º sábado letivo – 15 de março de 2014, no C E Jose Marti


GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO-  SECRETARIA DO ESTADO DE EDUCAÇÃO

DIRETORIA REGIONAL METROPOLITANA III- C. E. JOSE MARTI

2º sábado letivo – 15 de março de 2014

Nós dizemos não (Eduardo Galeano)

"Viemos de diversos países, e estamos aqui, reunidos à sombra generosa de Pablo Neruda: estamos aqui para acompanhar o povo do Chile, que diz não. Nós também dizemos não. Dizemos não ao elogio do dinheiro e da morte. Dizemos não a um sistema que põe preço nas coisas e nas pessoas, onde quem mais tem é quem mais vale (...)A bomba de nêutrons, que salva as coisas e aniquila as pessoas, é um perfeito símbolo de nosso tempo. (...)o ser humano não é nada mais do que um fator de produção e consumo e objeto de uso; o tempo não é outra coisa que um recurso econômico; e o planeta inteiro, uma fonte de renda que deve render até a última gota de seu caldo. A pobreza é multiplicada para que a riqueza possa se multiplicar, e multiplicam-se as armas que garantem essa riqueza, riqueza de pouquinhos, e que mantém à margem a pobreza de todos os outros, e também se multiplica, enquanto isso, a solidão: nós dizemos não a um sistema que nega comida e nega amor, que condena muitos à fome de comida e muitos mais à fome de abraços.
Dizemos não à mentira. A cultura dominante, que os grandes meios de comunicação irradiam em escala universal, nos convida a confundir o mundo com um supermercado ou uma pista de corrida, onde o próximo pode ser uma mercadoria ou um competidor, mas jamais um irmão. Essa cultura mentirosa, que grotescamente especula com o amor humano para arrancar-lhe mais-valia, é na realidade a cultura do desvínculo: tem por deuses os ganhadores, os exitosos donos do dinheiro e do poder, e por heróis os "Rambos" fardados que cuidam de suas costas aplicando a Doutrina da Segurança Nacional. Pelo que diz e pelo que cala, a cultura dominante mente que a pobreza dos pobres não é um resultado da riqueza dos ricos, mas que é filha de ninguém, vinda no bojo de uma couve-flor ou da vontade de Deus, que fez os pobres preguiçosos e burros. Da mesma maneira, a humilhação de alguns homens provocada por outros não tem por que motivar a solidária indignação ou o escândalo, porque pertence à ordem natural das coisas: as ditaduras latino-americanas, por exemplo, fazem parte de nossa exuberante natureza e não do sistema imperialista de poder. O desprezo transforma a história e mutila o mundo. Os poderosos fabricantes de opinião nos tratam como se não existíssemos, ou como se fôssemos sombras bobas. A herança colonial obriga o chamado Terceiro Mundo, habitado por pessoas de terceira categoria, a aceitar como própria a memória de seus vencedores, e obriga-o a compor a mentira alheia para usá-la como se fosse a própria verdade(...). Somos opinados, mas não podemos ser opinadores. Temos direito ao eco, não à voz, e os que mandam elogiam nosso talento de papagaios. Nós dizemos não: nós nos negamos a aceitar esta mediocridade como destino.
Nós dizemos não ao medo. Não ao medo de dizer, ao medo de fazer, ao medo de ser(...). O medo se disfarça em realismo (...)Frente à indignidade, frente à miséria,frente à mentira, não temos outro remédio além da resignação. (...)No máximo, podemos aspirar a converter-nos em prisioneiros de bom comportamento (...)E neste estado de coisas, nós dizemos não à neutralidade da palavra humana. Dizemos não aos que nos convidam a lavar as mãos perante as cotidianas crucificações que ocorrem ao nosso redor. À aborrecida fascinação de uma arte fria, indiferente, contempladora do espelho, preferimos uma arte quente, que celebra a aventura humana no mundo e nela participa, uma arte irremediavelmente apaixonada e briguenta. Seria bela a beleza, se não fosse justa? Seria justa a justiça, se não fosse bela? Nós dizemos não ao divórcio entre a beleza e a justiça, porque dizemos sim ao seu abraço poderoso e fecundo. Acontece que nós dizemos não, e dizendo não estamos dizendo sim (...) nós estamos dizendo sim à luta pela democracia verdadeira, que a ninguém negará o pão e a palavra, e que será bela e perigosa como um poema de Neruda ou uma canção de Violeta Parra.(...)Dizendo não à paz sem dignidade, nós estamos dizendo sim ao sagrado direito de rebelião contra a injustiça e contra sua longa história (...)Dizendo não à liberdade do dinheiro, nós estamos dizendo sim à liberdade das pessoas: liberdade maltratada e machucada, Dizendo não ao egoísmo suicida dos poderosos, que converteram o mundo em um vasto quartel, nós estamos dizendo sim à solidariedade humana, que nos dá sentido universal e confirma a força de fraternidades mais poderosas que todas as fronteiras com todos os seus guardiões: nós estamos dizendo sim à esperança, à esperança faminta e louca e amante e amada (...)

(Julho de 1988, em plena ditadura do general Pinochet, 300 intelectuais e artistas participaram de "Chile Cria", um encontro internacional de arte, ciência e cultura pela democracia no Chile. Este é o discurso de inauguração, que Eduardo Galeano pronunciou em nome de todos os convidados.)


Atenciosa e cordialmente

A Equipe Diretiva do C. E. Jose Marti

Lucia de J. Duarte

Diretora geral do Colégio Estadual Jose Marti


 

 

 

 

 

 

 

 

2º sábado letivo – 15 de março de 2014, no C E Jose Marti

   GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO-  SECRETARIA DO ESTADO DE EDUCAÇÃO
                            DIRETORIA REGIONAL METROPOLITANA III- C. E. JOSE MARTI
2º sábado letivo – 15 de março de 2014
Área de Ciências Humanas– a questão da inter-in-disciplinaridade"; novos (Re) E-ditos e A-fazeres, consoante  perspectivas críticas de novos  e im-pertinentes  olhares para nossa realidade educacional...
Em conformidade com as Orientações Curriculares de nossa Secretaria de  Estado do Rio de Janeiro,  optou-se por apresentar reflexões acerca do tema valorização das Ciências Humanas no ensino básico e, especialmente,   na Escola Pública. Destarte, a importância das Ciências Humanas na formação integral do homem, (re)apreendendo-se  a criação e desenvolvimento das dimensões estéticas, éticas e políticas, contributos esses exclusivos do ser humano. Destarte, dentre as ações-chave, o Projeto intertítulo de nosso PPP – Cinema, Uma Parada Em Movimento – foi potenciado com a execução do filme  “A Onda”( Dennis Gansel- ano 2008), em diálogo (Intertextualidades Im-previsíveis ), com-passos em sintonia com   textos motivacionais e complementares ( O Elefante, Eduardo Galeano; Nós dizemos não, idem; O meu Pais, Zé Ramalho ) às ideias-força dessa “Aula de Direitos do Homem, Re-Socialização Querida”; por conseguinte, exponenciando a função social da escola, com foco para a escola pública e, sobretudo, para a Escola-da-Noite- C. E. Jose Marti
 
 
“A disciplina é um principio de controle de produção de discurso”( Michel Foucault )
 
 
Referências Bibliográficas
CORACINI, Maria José. O processo de legitimação do livro didático na escola de Ensino Fundamental e Médio:
uma questão de ética. In: CORACINI, M. J. (org.). Interpretação, autoria e legitimação do livro didático. Campinas, SP:
Pontes, 1999.
DELEUZE, G.; GUATTARI, F. Mil platôs. Vol. 1. Trad. de Aurélio Guerra Neto e Célia Pinto Costa. São Paulo:Editora 34, 2006.
ECO, Umberto. Tratado geral de semiótica. Trad. de Antônio de Pádua Danesi e Gilson Cardoso de Souza. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2005.
FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso. São Paulo: Loyola, 1996
GALEANO, Eduardo. Nós dizemos não. Rio de Janeiro: Revan, 1990.
SARAMAGO, José. ssobre a cegueira. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Texto publicado em Literatura Política & Sociedade, 13.08.2007.
Filme “A Onda”- Dennis Gansel- ano 2008


Rio de Janeiro, 15 de março de 2014
Cordial e atenciosamente
Lucia de J. Duarte
Diretora Geral do Colégio Estadual Jose Marti









sexta-feira, 14 de março de 2014

ESPALHA FATOS, OS MAIS PLURAIS , IN-DIZÍVEIS E IM-PENSADOS IM-POSSÍVEIS!!!


PAP1/ 2014- culminância em 19  de março de 2014; nosso primeiro Projeto de Ações sócio(psico)Pedagógicas do ano letivo de 2014, referente, pois, ao 1º bimestre de 2014:ESPALHA FATOS

 A vida hoje, globalizada e globalizadora, passa, natural e forçosamente, pelos meios de comunicação, lócus da visibilidade e, paradoxalmente, das invisibilidades, da dizibilidade e da indizibilidade. Destarte  pululam exposições  de opiniões as  mais plurais (im) possíveis e  não menos contraditórias ; misturam-se, confundem-se  certezas e incertezas, fatos e fotos, re-tr-atos e des(a)tinos . Com efeito, pessoas, instituições, empresas, governos e organizações de todos os tipos engendram dis-cursos e argumentando,  e contra-argumentando,  buscam persuadir, se não, ludibriar,  “ávidos por ganhar o jogo” , alcançando seus objetivos, suas metas, sejam elas quais forem, “os fins, estúpida e cruelmente, justificam os meios”. Nesse mundo, ad-miravelmente,  louco, é preciso estar atento e forte, pois mesmo um “outro” virtual  conecta-se  a muitos outros,  via rede cibernética, midiática. Em suma, a bem da verdade, con- vivemos todos  com um grande e imensurável, indizível mesmo,  “ESPALHA FATOS...”

 

Você sabe melhor do que ninguém, sábio Kublai, que jamais se deve confundir uma cidade com o discurso que a descreve. Contudo, existe uma ligação entre eles.

Italo Calvino

 

O espelho, são muitos
Guimarães Rosa

 
LJD

C E JOSE MARTI, AUTONOMIA POSSÍVEL, ´NA COMPANHIA DE SEUS COLEGIADOS


 

                            

        GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
                                
SECRETARIA DO ESTADO DE EDUCAÇÃO

DIRETORIA REGIONAL METROPOLITANA III
                                       COLÉGIO ESTADUAL JOSE  MARTI – U.E.  33069948-  U.A. 181731
                                       ENDEREÇO: Av. Professor  Plínio Bastos, 631 - Olaria – RJ /RJ - Tel.: 23347528 -  Fax: 23347527
                                    E-MAIL: colegioestadualjosemarti@gmail.com   BLOG :http://cejosemarti.blogspot.com
 

FICHA DE INSCRIÇÃO DE ALUNO REPRESENTANTE DE TURMA 2014
REGIONAL METROPOLITANA III
UNIDADE ESCOLAR: COLÉGIO  ESTADUAL  JOSE  MARTI
SEGMENTO:  ESTUDANTES
 
NOME DO ALUNO:
ENDEREÇO:
CPF:
RG:
EMAIL:
TELEFONE:
TURMA:
 
PARA USO DA UNIDADE ESCOLAR
DOCUMENTOS APRESENTADOS:
( ) Estudantes, , declaração de matrícula e frequência expedida pela Unidade Escolar que deve conter os dados de identificação do estudante, data de nascimento, série e turno que o mesmo frequenta
 
DATA: ____/ ______/ 2014
 
Assinatura/matrícula/Professor orientador:
 
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Assinatura/matrícula/ 1º Aluno  representante  da turma eleito:
 
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Assinatura/matrícula/ 2º Aluno  representante  da turma eleito:
 
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Assinatura/matrícula/ 3º Aluno  representante  da turma eleito:
 
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Assinatura/matrícula/ Diretor da Unidade escolar
 
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“Verdadeiramente humano significa o desenvolvimento conjunto das autonomias individuais, das participações comunitárias e do sentimento de pertencer à espécie humana." (Edgar Morin)